Segundo a PF, o esquema supostamente armado pelo vereador foi feito em junho de 2012, quando um falso decreto publicado no jornal alterou um dos artigos da Lei Orgânica do Município, ampliando o número de vereadores, com base na população da cidade. Mesmo falso, o documento levou a Câmara de Vereadores, o Ministério Público e a Justiça Eleitoral a autorizarem o aumento no número de parlamentares.
A suspeita de fraude surgiu de dentro do próprio Legislativo municipal, segundo a PF. Uma das assinaturas necessárias para o crivo do documento estaria faltando.
A Câmara de Vereadores de Itaperuçu informa que aguarda ser notificada pela Justiça Eleitoral sobre a possível cassação do diploma dos políticos. “Só [quero] que se fiscalize o meu município de Itaperuçu, se fiscalize os diários secretos de Itaperuçu, quem tem acesso a esses diários e o que acontece no nosso município”, disse Liberato, em entrevista publicada pelo portal G1.
Via: Gazeta do Povo





