Sylvio sempre esteve ao lado de personalidades duvidosas como seu padrinho, Nelson Justus que responde inumerosos processos por corrupção, e que ganhou destaque como "Diarios Secreto' na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná.
A denúncia
A série de reportagens "Diários Secretos" mostrou, em 2010, que várias contratações de funcionários comissionados na Assembleia eram publicadas em Diários Oficiais com circulação reduzida, aos quais quase ninguém tinha acesso.
A série de reportagens "Diários Secretos" mostrou, em 2010, que várias contratações de funcionários comissionados na Assembleia eram publicadas em Diários Oficiais com circulação reduzida, aos quais quase ninguém tinha acesso.
Os promotores dizem que, enquanto Justus comandou a Alep, as nomeações na presidência cresceram de forma assustadora. Em quatro anos, o deputado chegou a contar com 345 servidores comissionados à disposição dele.
Na denúncia, os promotores afirmam que os gastos com funcionários na presidência subiram de R$ 83.033,78 para R$ 687.881,18, apenas em 2007. Dois anos depois, em novembro de 2009, os paranaenses pagavam R$ 1.014.507,89 para custear os comissionados do gabinete de Justus.
Justus foi denunciado pelos crimes de corrupção, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, falsificação de documentos e por peculato, que é o crime de desvio de dinheiro público. O deputado nega as acusações e tem afirmado que vai provar que é inocente. O advogado do parlamentar informou que vai analisar o acórdão do TJ-PR sobre o recebimento da denúncia.
Apoio ao PT dobrado
Sylvio apoiou e recebeu o apoio do PT já nas eleições de 2016 e agora retribui no segundo turno presidencial. Veja a baixo o texto postado nas redes sociais de Sylvio:






