"[São países que] Estão seguindo casos assintomáticos, seguindo contados, e não estão encontrando transmissões secundária. É muito raro", disse van Kerkhove, explicando que os casos assintomáticos têm sido identificados por meio do rastreio de pacientes que apresentam os sinais da doença.
Ainda a Doutora Maria indicou que as autoridade de saúde de cada país deve se concentra em pacientes que tem sintomas da infecção para controlar a circulação do vírus.
"Se de fato acompanhássemos todos os casos sintomáticos, isolássemos esses casos, rastreássemos os contatos e colocássemos esses contatos em quarentena, haveria uma drástica redução na transmissão. Se pudéssemos nos focar nisso, iríamos nos sair muito bem em termos de suprimir a transmissão", afirmou.





