“No dia em que Renan Calheiros, outro citado pelo Paulo Roberto Costa, ia instalar a comissão a Senadora Gleisi fez uma questão de ordem alegando ‘fatos desconexos’, o que atrasou ainda mais a instalação. Escalaram ainda Gleisi para apresentar ações judiciais no STF contra a instalação da CPMI da PETROBRAS. Agora está explicado o motivo pelo qual a Presidente Dilma Roussef e a senadora Gleisi Hoffmann, ex Ministra da Casa Civil da Presidência da República, lutaram tanto para impedir a abertura da CPMI da Petrobras.”, diz Francischini.
Segundo depoimento do ex-diretor, a confirmação do repasse de R$ 1 milhão para a campanha de Gleisi “se comprova” na inscrição que ele próprio lançou em sua agenda pessoal, apreendida pela Polícia Federal (PF). Numa página do caderno do ex-diretor consta, entre outras, a seguinte anotação: “PB 0,1″. Segundo o delator da Lava Jato, o registro significa “Paulo Bernardo, R$ 1 milhão”.
via: Fabio Campana





