Durante coletiva em Porto Alegre, o deputado Jair, Bolsonaro foi questionado por um jornalista sobre a quantidade de projetos seus que foram aprovados na Câmara ao longo de sua trajetória no cargo.
Bolsonaro disse que aprovar um bom projeto em um mandato já é uma “grande coisa” e citou a substância que ficou conhecida como “pílula do câncer”.
“Estive à frente para aprovar a fosfoetanolamina. Cura ou não cura, não sei. Sou capitão do Exército, a minha especialidade é matar, não é curar ninguém. Mas apresentei junto com mais alguns colegas e aprovamos. Dá certo ou não dá? Vamos dar a chance daquele que tem o dia marcado para morrer tomar a pílula.”
Mais tarde, foi questionado sobre a declaração e falou: “Se eu não fosse preparado para matar, eu não seria militar. Você teria jogado dinheiro fora”. As informações são da Folha de S. Paulo.





