A nova estrutura prevê novas faixas de consumo que, segundo a Nota Técnica da Agepar beneficiariam consumidores com menor consumo. A principal mudança é a cobrança de uma tarifa de disponibilidade que varia de R$ 7 (Tarifa Social) a R$ 47,50 (Comercial e Industrial) e cobrança pela primeira faixa de consumo por volume consumido. A estrutura atual cobra apenas uma taxa fixa para até 5 metros cúbicos de consumo.
Para um cliente residencial da Sanepar que tenha consumido 16 metros cúbicos, a conta na estrutura atual somaria R$ 183,31 (ainda sem o reajuste de 8,23%). Na nova estrutura (também sem considerar o reajuste) a conta iria para R$ 186,58.
Já uma casa com consumo menor, de 10 metros cúbicos, na estrutura atual teria uma conta de R$ 96,66. Mas na nova estrutura o valor cairia para R$ 92,90. Esse cálculo não considera ainda o reajuste de 8,23%.
No comunicado ao Mercado em que anunciou as mudanças a Sanepar informou que haverá um período de “adaptação para avaliação e adequação dos sistemas”. A implantação definitiva ocorrerá até o próximo ciclo tarifário, em 2024.
Por Rosiane Correia Freitas via Portal Plural





