![]() |
| Foto: Divulgação Google |
Um senhor de aproximadamente 70 anos, deu entrada no Hospital São José na noite de ontem (31/05). Após sofrer um acidente doméstico, o mesmo foi socorrido pelo siate e levado ao HMSJP, onde toda a confusão aconteceu.
Segundo a família, o senhor fiou amarrado na maca em um corredor, se afogando com a própria saliva e pedindo socorro, sem ser atendido por nenhum enfermeiro ou médico do hospital. Os familiares relataram também que, até então, de todos os exames que deviriam ser feitos no paciente apenas um havia sido realizado.
Nossa redação buscou informações e foi repassado que o senhor seria pai da empresária Juliana Tanous. Ele teria problemas respiratórios e por isso não poderia ter sido deixado imobilizado na maca, pois ele não consegue respirar quando esta deitado por completo e em casa até dorme com auxílio de equipamento para respiração.
Resposta de um enfermeiro que informou que estava no plantão:
"Hospital lotado sem vaga de UTI . Montamos leitos de UTI no pronto socorro para atendimento dos pacientes de COVID que atualmente estão todos lotados também. Enfermarias quase todas lotadas por COVID.
Em relação ao paciente chegou por protocolo de trauma.
A esposa idosa queria ficar com paciente , pela idade dela e pela possibilidade de também pegar covid naquele momento, pedimos a ela para que trocasse com a filha.
Haja visto que PACIENTE idoso tem direito a acompanhante ficamos no aguardo da filha para acompanhar seu pai nas rotinas e para não deixa-lo sozinho.
A esposa enquanto esteve ao lado delegava a enfermagem que retirasse os cochinhos que era mantido no paciente para minimizar dor, solicitou a retirada de colar cervical esse também faz parte do protocolo e ajuda na estabilidade do paciente caso tenho uma lesão cervical.
Ela diz que o paciente estava amarrado quando na verdade estava preso a tábua trazido pelo siate e fazemos isso para que o PACIENTE não caia da maca.
Tínhamos naquele momento várias emergências, inclusive a dele, que foi sempre atendida por toda a equipe. A situação não está fácil, mas também não tratamos mal familiares e pacientes. O problema é estar em nosso lugar. Como disse, ninguém nos pergunta nada e mesmo com vários problemas estamos lá atendendo a todos. Saímos para fora do hospital e tentamos resolver nossos problemas e nem por isso tratamos mal alguém."
A redação deixa aberto direito de resposta das partes envolvidas na situação.





