Novo foco de tensão.
Vencida a etapa das coligações, os aliados do governo Dilma esperam um novo foco de tensão: a presença do ex-presidente Lula no pleito. O PMDB quer que ela seja reduzida onde houver dois palanques. Mas um de seus líderes reconhece: “Não vai ser fácil segurar”. No Encontro Nacional do PT, Lula avisou: “Eu não sou obrigado a seguir os acordos firmados pelo (presidente do PT) Rui Falcão”.
Divisão de trabalho
O comando da campanha petista ainda não decidiu se a presidente Dilma virá ao Rio na campanha. Ela tanto pode não vir quanto promover um ato com os quatro candidatos aliados: Pezão (PMDB), Lindbergh (PT), Garotinho (PR) e Crivela (PRB). Já o presidente Lula, afirmam que sua tendência é a de vir ao Rio pedir votos para Lindbergh Farias.
Na mesa, a credibilidade
O líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque, avalia que os tucanos tem um problema de credibilidade: “Quem acredita quando dizem que vão manter os programas sociais?”. Sua avaliação é que Aécio representa apenas o antipetismo.
Centralismo eclético
Depois de receber o presidenciável Eduardo Campos (PSB), ontem o candidato do PCdoB ao governo do Maranhão, Flávio Dino, recebeu em São Luiz o presidenciável Aécio Neves (PSDB). mesmo o PCdoB apoiando a reeleição da presidente Dilma, ambos presidenciáveis querem acabar com a Ditadura Sarney.
Remando contra a maré
Está marcada a primeira Assembleia do Partido Pirata. Será em Curitiba, de 23 a 25 de maio. Sua plataforma defende: inclusão digital; eutanásia; legalização das drogas; legalização do aborto; e, profissionalização da atividade sexual.
Está marcada a primeira Assembleia do Partido Pirata. Será em Curitiba, de 23 a 25 de maio. Sua plataforma defende: inclusão digital; eutanásia; legalização das drogas; legalização do aborto; e, profissionalização da atividade sexual.
Pesquisas feitas em Brasília revelam que Eduardo Campos, do PSB, é o candidato a presidente preferido dos entrevistados no Plano Piloto.
Limpando a área
O senador Roberto Requião (PMDB-PR) e o vice-presidente Michel Temer almoçaram ontem, em São Paulo, para discutir a candidatura ao governo paranaense. O PT não quer Requião na disputa mas, com ele, o PMDB se afasta do PSDB do governador Beto Richa. Temer tenta unificar os peemedebistas em torno de Requião.
O senador Roberto Requião (PMDB-PR) e o vice-presidente Michel Temer almoçaram ontem, em São Paulo, para discutir a candidatura ao governo paranaense. O PT não quer Requião na disputa mas, com ele, o PMDB se afasta do PSDB do governador Beto Richa. Temer tenta unificar os peemedebistas em torno de Requião.




